Caros leitores, digníssimas leitoras… o gráfico não mente: 2026 é o ano em que o financiamento voltou a assumir o volante do mercado automotivo brasileiro. E, desta vez, não é impressão, não é “sensação de varejo”, não é achismo de concessionária. É número. Número grande. Número técnico. Número que faz diretor de banco sorrir. Porque se tem algo em que todos os bancos concordam — e isso já é raro — é que o crédito automotivo cresceu mais, cresceu mais rápido e cresceu melhor em 2026. E isso, meus caros, é uma excelente notícia. O gráfico mostra o que o setor já vinha sussurrando há meses: 2026 é o ano em que o financiamento recupera protagonismo. É também o ano em que o varejo voltou a respirar e as vendas diretas recuaram. E, quando o varejo respira, o financiamento acompanha. Segundo dados mais recentes do Banco Central, a carteira de crédito para veículos já ultrapassa R$ 578 bilhões em 2026, crescendo acima do crédito total do sistema financeiro. Isso significa que, dentro do universo do crédito brasileiro, o financiamento automotivo ganhou peso específico. Não é mais coadjuvante. É protagonista. E as concessões — o dinheiro que efetivamente sai do banco para colocar carro na rua — também aceleraram: Ou seja: tem mais dinheiro disponível, saindo mais rápido e sendo contratado por mais gente. E o que a gente vem mostrando ao longo do tempo: quando o varejo respira, o financiamento acompanha — e acompanha forte. A ANEF divulgou que, só no primeiro semestre, tivemos crescimento de 14% sobre o mesmo período de 2025, com projeção de fechar o ano acima de R$ 330 bilhões. Isso não é um ajuste. Isso é uma mudança estrutural. O financiamento voltou a ser o caminho natural para comprar carro no Brasil — e voltou com força suficiente para reconfigurar o mercado. Outro ponto importante é a inadimplência, que cai de 3,1% para 2,7%. Quando o risco cai, o crédito sobe. E quando o crédito sobe, o varejo anda. Simples assim. O gráfico não mostra apenas uma curva. Mostra uma virada. Mostra que o brasileiro voltou a financiar. Mostra que o varejo voltou a respirar. Mostra que o mercado voltou a ser mercado — e não engenharia tributária. O financiamento está crescendo porque: E, pela primeira vez em anos, essa é uma mudança estrutural — não circunstancial. ✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp














